segunda-feira, 30 de agosto de 2010

- As vezes eu penso que seria melhor ver o mundo aí fora com os olhos alheios, como se eu fizesse a mesma imagem dele que todas as outras pessoas fazem, mas não consigo, eu tenho uma maneira um tanto quanto peculiar para olhar o mundo ao redor de mim, seria mentira dizer que não olho o mundo como se ele girasse em torno de mim, pois é assim que eu o vejo, acho aliás que todas as pessoas o vêem assim também, só que por medo de serem mal interpretadas elas escondem isso, mas é como eu sempre penso, se eu não der valor a mim mesmo no mundo, quem é que residindo nele vai chegar em mim e dizer o quão importante eu sou? NINGUÉM, está aí um belo motivo para muitas pessoas me acharem narcisista e eu não as culpo por isso, até eu me acho narcisista só que mais do que isso eu me acho bipolar, tanto que esse mundo que eu vejo com meus próprios olhos e com essa maneira peculiar de ver muda a todo momento, a todo instante, eu o vejo como se ele fosse lindo e aprecio até paisagens que estão presentes diariamente na minha vida como se eu nunca as tivesse visto antes e de uma hora para outra passo a olhar tudo, até o que é novo como se não passasse de um lugar feito pra abrigar alguém ou criar produtos/objetos em função e utilização do homem.
- Enxergar as coisas ruins existentes no mundo é fácil, todos conseguem, o difícil mesmo é olhar o lado negro dele e achar em algum lugar um ponto belo, uma luz, algo colorido em meio a toda aquela imagem sem vida, inabitável em cores. Eu gosto de ver as coisas assim, criticando o que aparentemente está correto e colocando vida e pontos positivos no que todos julgam errado e feio, claro que existem coisas que quando sem vida, fétidas ou pálidas não conseguem mostrar nada mais do que isso, mas o mundo é tão grande que eu não me prendo nessas pequenas coisas...

O mundo é vasto de paisagens e imagens para serem exploradas, seja uma maneira boa ou ruim, seja vendo positividade ou negatividade, é mais uma paisagem parar encantar os olhos de quem a vê com esperança, quem a olha com temor ou receio da paisagem as vezes turva, as vezes negra, só precisa usar aquele lápis mágico da imaginação pra mudar tudo e deixar a seus próprios olhos bonita e quem sabe assim encantar até mesmo outras pessoas que também por ali irão passar!

- Realmente olhar o mundo é uma coisa individual, mas que tem unido muitas pessoas, que o olham simplismente para passar por ele e esquecem de apreciá lo. Para mim olhar o mundo é olhar pra mim e de toda forma interfiro nessas lindas imagens, urbanas, rurais ou inter pessoais. O meu mundo tem valor, um valor inestimável, para mim e o seu? Qual o valor dele?

domingo, 29 de agosto de 2010

PENSAR É TRANSGREDIR

Não lembro em que momento percebi que viver deveria ser uma permanente reinvenção de nós mesmos — para não morrermos soterrados na poeira da banalidade embora pareça que ainda estamos vivos.
Mas compreendi, num lampejo: então é isso, então é assim. Apesar dos medos, convém não ser demais fútil nem demais acomodada. Algumas vezes é preciso pegar o touro pelos chifres, mergulhar para depois ver o que acontece: porque a vida não tem de ser sorvida como uma taça que se esvazia, mas como o jarro que se renova a cada gole bebido.
Para reinventar-se é preciso pensar: isso aprendi muito cedo.
Apalpar, no nevoeiro de quem somos, algo que pareça uma essência: isso, mais ou menos, sou eu. Isso é o que eu queria ser, acredito ser, quero me tornar ou já fui. Muita inquietação por baixo das águas do cotidiano. Mais cômodo seria ficar com o travesseiro sobre a cabeça e adotar o lema reconfortante: "Parar pra pensar, nem pensar!"
O problema é que quando menos se espera ele chega, o sorrateiro pensamento que nos faz parar. Pode ser no meio do shopping, no trânsito, na frente da tevê ou do computador. Simplesmente escovando os dentes. Ou na hora da droga, do sexo sem afeto, do desafeto, do rancor, da lamúria, da hesitação e da resignação.
Sem ter programado, a gente pára pra pensar.
Pode ser um susto: como espiar de um berçário confortável para um corredor com mil possibilidades. Cada porta, uma escolha. Muitas vão se abrir para um nada ou para algum absurdo. Outras, para um jardim de promessas. Alguma, para a noite além da cerca. Hora de tirar os disfarces, aposentar as máscaras e reavaliar: reavaliar-se.
Pensar pede audácia, pois refletir é transgredir a ordem do superficial que nos pressiona tanto.
Somos demasiado frívolos: buscamos o atordoamento das mil distrações, corremos de um lado a outro achando que somos grandes cumpridores de tarefas. Quando o primeiro dever seria de vez em quando parar e analisar: quem a gente é, o que fazemos com a nossa vida, o tempo, os amores. E com as obrigações também, é claro, pois não temos sempre cinco anos de idade, quando a prioridade absoluta é dormir abraçado no urso de pelúcia e prosseguir, no sono, o sonho que afinal nessa idade ainda é a vida.
Mas pensar não é apenas a ameaça de enfrentar a alma no espelho: é sair para as varandas de si mesmo e olhar em torno, e quem sabe finalmente respirar.
Compreender: somos inquilinos de algo bem maior do que o nosso pequeno segredo individual. É o poderoso ciclo da existência. Nele todos os desastres e toda a beleza têm significado como fases de um processo.
Se nos escondermos num canto escuro abafando nossos questionamentos, não escutaremos o rumor do vento nas árvores do mundo. Nem compreenderemos que o prato das inevitáveis perdas pode pesar menos do que o dos possíveis ganhos.
Os ganhos ou os danos dependem da perspectiva e possibilidades de quem vai tecendo a sua história. O mundo em si não tem sentido sem o nosso olhar que lhe atribui identidade, sem o nosso pensamento que lhe confere alguma ordem.
Viver, como talvez morrer, é recriar-se: a vida não está aí apenas para ser suportada nem vivida, mas elaborada. Eventualmente reprogramada. Conscientemente executada. Muitas vezes, ousada.
Parece fácil: "escrever a respeito das coisas é fácil", já me disseram. Eu sei. Mas não é preciso realizar nada de espetacular, nem desejar nada excepcional. Não é preciso nem mesmo ser brilhante, importante, admirado.
Para viver de verdade, pensando e repensando a existência, para que ela valha a pena, é preciso ser amado; e amar; e amar-se. Ter esperança; qualquer esperança.
Questionar o que nos é imposto, sem rebeldias insensatas mas sem demasiada sensatez. Saborear o bom, mas aqui e ali enfrentar o ruim. Suportar sem se submeter, aceitar sem se humilhar, entregar-se sem renunciar a si mesmo e à possível dignidade.
Sonhar, porque se desistimos disso apaga-se a última claridade e nada mais valerá a pena. Escapar, na liberdade do pensamento, desse espírito de manada que trabalha obstinadamente para nos enquadrar, seja lá no que for.
E que o mínimo que a gente faça seja, a cada momento, o melhor que afinal se conseguiu fazer.




Lya Luft
Eu estou consciente e tenho o poder de pensar como eu quero. Tenho o direito de pensar no que eu quero para o meu próprio bem. Eu tenho e posso impor ao meu mundo interior tudo aquilo que eu quiser. E quero me sintonizar com o melhor. Esqueço, a partir de agora, a pessoa que eu fui, sobretudo meus vícios de pensamentos. Penso apenas na paz. Penso nela, permitindo que seu perfume toque minha aura e atinja todas as áreas da minha vida, todos os cantos do meu corpo. Penso na paz com uma mensagem de ordem e equilíbrio perfeito.

Deixo fluir na minha cabeça a consciência do 'eu posso'. Eu posso estar na paz. Impor essa paz é praticar o meu poder pessoal com responsabilidade divina, obtida por herança natural. O melhor para mim é um grande sorriso no peito. É a felicidade barata e fácil a que tenho direito. É tão simples pensar que o melhor está em mim! A beleza está em mim. A suavidade está em mim. A ternura, o calor, a lucidez e o esplendor das mais belas formas do universo estão em mim. Aí eu me abro inteira, viro do avesso e sinto que não há fronteiras nem barreiras para mim. Sinto que o limite é apenas uma impressão. Sinto que cada condição foi apenas a insistência de uma posição. Sinto que sou livre para deixar trocar qualquer posição por outra melhor. Sou livre para descartar qualquer pensamento ruim, qualquer sentimento ou hábito negativo, qualquer paixão dolorosa. Porque eu sou espírito. Sou luz da vida em forma de pessoa.

Ah, universo, eu estou aberta para o melhor para mim. Eu sei que muitas vezes sou levada por uma série de pensamentos ruins. Mas é porque eu não conhecia a força da perfeição. Eu não conhecia a lei do melhor. Agora eu me entrego, me comprometo comigo, com o universo e contigo. Vou manter a minha mente aberta. Esse momento me desperta, me traz a inspiração ao longo do dia onde se efetiva a luz que irradia para quem insiste no próprio aperfeiçoamento.

Não quero pensar nas minhas fraquezas. Quero olhar bem fundo nos meus olhos e ver como eu sou bonita, como fiz e faço coisas maravilhosas e como o meu peito está cheio de vontade. Eu assumo a responsabilidade sobre essas vontades e me projeto com força nessa identidade de saber que eu posso, sim, fazer o melhor. Despertar o meu espírito é viver nele. É ter a satisfação de ser eu mesma. É poder ser original, única, pequena e grande ao mesmo tempo. Sei agora que o melhor está a meu favor. Meu sucesso, aliás, é o sucesso de Deus que se manifesta em mim como pessoa em transformação. Eu sinto como se tivesse sentado nessa cadeira da solidez universal porque eu estou no meu melhor. Porque sou o sucesso da eternidade, porque estou há milhares de anos seguindo e não fui destruída. Porque o universo garante. Grito dentro de mim mesma: de todas as coisas da vida, o melhor ainda sou eu. O melhor sou eu!



Luiz Gasparetto

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

When a story is left in half, he will never be written with the same enthusiasm as before, he'll never have the same end, be it happy or not, until the characters manipulated by the author are not going to love intensely as before, will not have the same joy of watching, nothing will be as before, so it is with life, tud what ends or when the half back, never return as before, I need something new, to start and finish, not to abandon in the middle and to end with one such happy ending.


Quando um conto é deixado pela metade, ele jamais vai ser escrito com o mesmo entusiasmo de antes, ele jamais vai ter o mesmo final, seja ele feliz ou não, até os personagens manipulados pelo autor não vão se amar intensamente como antes, não vão ter a mesma alegria em se ver, nada mais será como antes, assim é com a vida, tud o que acaba ou para a metade quando volta, não volta mais como antes, preciso de algo novo, pra começar e terminar, pra não abandonar no meio e pra terminar com aquele tal, final feliz.

domingo, 22 de agosto de 2010

I don't wanna be stuck up in this cold cold world
Don't wanna mess this up better keep your eye on me boy!

O meu eu melhor escrito, descrito!

Eu tenho 18 anos, mas me considero mais velho, levo em consideração minha aparencia que todos julgam a de uma pessoa de seus vinte e poucos anos, sou meio que bipolar, cheguei a essa conclusão um dia desses, eu me olho no espelho agora e me acho lindo, daqui alguns minutos faço o mesmo trajeto até o mesmo espelho e me acho feio, estou sorrindo agora e daqui algum tempo estou de cara pro mundo! Adoro passar os dias ao lados das pessoas que eu gosto, sejam elas quem forem, me sinto bem em conversa tanto com pessoas da minha idade como com pessoas mais velhas, nao me importa quem sejam, se forem pessoas das quais eu gosto eu posso passar dias conversando que nao enjoo! Meu gosto musical chega a ser estranho, eu gosto e Rock, é minha paixão, mas eu ouço desde o meu bom e velho rock até música sertaneja, meus dias são rodeados por pop, isso me anima, aliás adoro dançar, um dos meus roteiros preferidos para os finais de semana é a balada, sair e dançar com meus amigos é o que mais me alegra! Quando o assunto é relacionamento etre duas pessoas eu sou meio timido no começo, isso me prejudica um pouco, eu me solto com o tempo, minha vida muda de certa forma quando estou com alguem também, eu acho que da mesma forma que náo podemos deixar os velhos habitos de lado com um relacionamento temos que saber colocar tudo na balança, eu sempre opto pelo que mais me daria prazer, mas sempre tomo decisões mediante uma conversa ou uma votação com quem eu estou! Mas confesso que adoro passeios do gênero, barzinho, cinema, parques ou qualquer local onde eu possa ver o céu que é outra das minhas paixões, eu sou meio ciumento isso ajuda bastante na hora de decidir um lugar pra sair dado ao fato de correr o risco de deixar meu amado ir pra balada ou algum local parecido, sozinho! Gosto de atenção, sou meio meloso, gosto disso, faço drama o tempo todo e levo isso como uma certa brincadeira, algo que é indispensável num relacionamento, mas é claro que na hora de falar sério eu falo, gosto de tudo muito bem esclarecido, gosto das cartas na mesa, façam elas um resultado bom ou não! e o que eu acho mais importante numa relação a dois ou entre amigos é a lealdade e a sinceridade!

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Alguém entra na sua vida, destrói sua confiança, agride sua auto-estima, estilhaça o pouco que resta da sua confiança no amor. E sai ileso.